page: dia-73 Leitura Bíblica - Dia 73 - Testes Bíblicos

Leitura Bíblica - Dia 73

publicidade
Esta é a página de leitura do Novo Testamento em 6 meses (para ser mais exato, 167 dias). Você pode começar qualquer dia, e completará sua leitura quando chegar ao dia com o número anterior ao que você começou. Por exemplo: se você começar hoje (dia 73), você completará a leitura quando chegar no dia 72 .

Dia 73 - Atos 27

  • 1E, embarcando nós em um navio adramitino, partimos navegando pelos lugares da costa da Ásia, estando conosco Aristarco, macedônio, de Tessalônica.

  • 2E, embarcando nós em um navio adramitino, partimos navegando pelos lugares da costa da Ásia, estando conosco Aristarco, macedônio, de Tessalônica.

  • 3E chegamos no dia seguinte a Sidom, e Júlio, tratando Paulo humanamente, lhe permitiu ir ver os amigos, para que cuidassem dele.

  • 4E, partindo dali, fomos navegando abaixo de Chipre, porque os ventos eram contrários.

  • 5E, tendo atravessado o mar, ao longo da Cilícia e Panfília, chegamos a Mirra, na Lícia.

  • 6E, achando ali o centurião um navio de Alexandria, que navegava para a Itália, nos fez embarcar nele.

  • 7E, como por muitos dias navegássemos vagarosamente, havendo chegado apenas defronte de Cnido, não nos permitindo o vento ir mais adiante, navegamos abaixo de Creta, junto de Salmone.

  • 8E, costeando-a dificilmente, chegamos a um lugar chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laséia.

  • 9E, passado muito tempo, e sendo já perigosa a navegação, pois, também o jejum já tinha passado, Paulo os admoestava,

  • 10Dizendo-lhes: Senhores, vejo que a navegação há de ser incômoda, e com muito dano, não só para o navio e carga, mas também para as nossas vidas.

  • 11Mas o centurião cria mais no piloto e no mestre, do que no que dizia Paulo.

  • 12E, como aquele porto não era cômodo para invernar, os mais deles foram de parecer que se partisse dali para ver se podiam chegar a Fenice, que é um porto de Creta que olha para o lado do vento da África e do Coro, e invernar ali.

  • 13E, soprando o sul brandamente, lhes pareceu terem já o que desejavam e, fazendo-se de vela, foram de muito perto costeando Creta.

  • 14Mas não muito depois deu nela um pé de vento, chamado Euro-aquilão.

  • 15E, sendo o navio arrebatado, e não podendo navegar contra o vento, dando de mão a tudo, nos deixamos ir à toa.

  • 16E, correndo abaixo de uma pequena ilha chamada Clauda, apenas pudemos ganhar o batel.

  • 17E, levado este para cima, usaram de todos os meios, cingindo o navio; e, temendo darem à costa na Sirte, amainadas as velas, assim foram à toa.

  • 18E, andando nós agitados por uma veemente tempestade, no dia seguinte aliviaram o navio.

  • 19E ao terceiro dia nós mesmos, com as nossas próprias mãos, lançamos ao mar a armação do navio.

  • 20E, não aparecendo, havia já muitos dias, nem sol nem estrelas, e caindo sobre nós uma não pequena tempestade, fugiu-nos toda a esperança de nos salvarmos.

  • 21E, havendo já muito que não se comia, então Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Fora, na verdade, razoável, ó senhores, ter-me ouvido a mim e não partir de Creta, e assim evitariam este incômodo e esta perda.

  • 22Mas agora vos admoesto a que tenhais bom ânimo, porque não se perderá a vida de nenhum de vós, mas somente o navio.

  • 23Porque esta mesma noite o anjo de Deus, de quem eu sou, e a quem sirvo, esteve comigo,

  • 24Dizendo: Paulo, não temas; importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo.

  • 25Portanto, ó senhores, tende bom ânimo; porque creio em Deus, que há de acontecer assim como a mim me foi dito.

  • 26É, contudo, necessário irmos dar numa ilha.

  • 27E, quando chegou a décima quarta noite, sendo impelidos de um e outro lado no mar Adriático, lá pela meia-noite suspeitaram os marinheiros que estavam próximos de alguma terra.

  • 28E, lançando o prumo, acharam vinte braças; e, passando um pouco mais adiante, tornando a lançar o prumo, acharam quinze braças.

  • 29E, temendo ir dar em alguns rochedos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que viesse o dia.

  • 30Procurando, porém, os marinheiros fugir do navio, e tendo já deitado o batel ao mar, como que querendo lançar as âncoras pela proa,

  • 31Disse Paulo ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, não podereis salvar-vos.

  • 32Então os soldados cortaram os cabos do batel, e o deixaram cair.

  • 33E, entretanto que o dia vinha, Paulo exortava a todos a que comessem alguma coisa, dizendo: É já hoje o décimo quarto dia que esperais, e permaneceis sem comer, não havendo provado nada.

  • 34Portanto, exorto-vos a que comais alguma coisa, pois é para a vossa saúde; porque nem um cabelo cairá da cabeça de qualquer de vós.

  • 35E, havendo dito isto, tomando o pão, deu graças a Deus na presença de todos; e, partindo-o, começou a comer.

  • 36E, tendo já todos bom ânimo, puseram-se também a comer.

  • 37E éramos ao todo, no navio, duzentas e setenta e seis almas.

  • 38E, refeitos com a comida, aliviaram o navio, lançando o trigo ao mar.

  • 39E, sendo já dia, não conheceram a terra; enxergaram, porém, uma enseada que tinha praia, e consultaram-se sobre se deveriam encalhar nela o navio.

  • 40E, levantando as âncoras, deixaram-no ir ao mar, largando também as amarras do leme; e, alçando a vela maior ao vento, dirigiram-se para a praia.

  • 41Então a idéia dos soldados foi que matassem os presos para que nenhum fugisse, escapando a nado.

  • 42Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, lhes estorvou este intento; e mandou que os que pudessem nadar se lançassem primeiro ao mar, e se salvassem em terra;

  • 43E os demais, uns em tábuas e outros em coisas do navio. E assim aconteceu que todos chegaram à terra a salvo.

  • 44Quanto aos demais, que se salvassem, uns, em tábuas, e outros, em destroços do navio. E foi assim que todos se salvaram em terra.

Dia 73 - Atos 28

  • 1E, HAVENDO escapado, então souberam que a ilha se chamava Malta.

  • 2E os bárbaros usaram conosco de não pouca humanidade; porque, acendendo uma grande fogueira, nos recolheram a todos por causa da chuva que caía, e por causa do frio.

  • 3E, havendo Paulo ajuntado uma quantidade de vides, e pondo-as no fogo, uma víbora, fugindo do calor, lhe acometeu a mão.

  • 4E os bárbaros, vendo-lhe a víbora pendurada na mão, diziam uns aos outros: Certamente este homem é homicida, visto como, escapando do mar, a justiça não o deixa viver.

  • 5Mas, sacudindo ele a víbora no fogo, não sofreu nenhum mal.

  • 6E eles esperavam que viesse a inchar ou a cair morto de repente; mas tendo esperado já muito, e vendo que nenhum incômodo lhe sobrevinha, mudando de parecer, diziam que era um deus.

  • 7E ali, próximo daquele lugar, havia umas herdades que pertenciam ao principal da ilha, por nome Públio, o qual nos recebeu e hospedou benignamente por três dias.

  • 8E aconteceu estar de cama enfermo de febre e disenteria o pai de Públio, que Paulo foi ver, e, havendo orado, pôs as mãos sobre ele, e o curou.

  • 9Feito, pois, isto, vieram também ter com ele os demais que na ilha tinham enfermidades, e sararam.

  • 10Os quais nos distinguiram também com muitas honras; e, havendo de navegar, nos proveram das coisas necessárias.

  • 11E três meses depois partimos num navio de Alexandria que invernara na ilha, o qual tinha por insígnia Castor e Pólux.

  • 12E, chegando a Siracusa, ficamos ali três dias.

  • 13De onde, indo costeando, viemos a Régio; e soprando, um dia depois, um vento do sul, chegamos no segundo dia a Potéoli.

  • 14Onde, achando alguns irmãos, nos rogaram que por sete dias ficássemos com eles; e depois nos dirigimos a Roma.

  • 15E de lá, ouvindo os irmãos novas de nós, nos saíram ao encontro à Praça de Ápio e às Três Vendas, e Paulo, vendo-os, deu graças a Deus e tomou ânimo.

  • 16E, logo que chegamos a Roma, o centurião entregou os presos ao capitão da guarda; mas a Paulo se lhe permitiu morar por sua conta à parte, com o soldado que o guardava.

  • 17E aconteceu que, três dias depois, Paulo convocou os principais dos judeus e, juntos eles, lhes disse: Homens irmãos, não havendo eu feito nada contra o povo, ou contra os ritos paternos, vim contudo preso desde Jerusalém, entregue nas mãos dos romanos;

  • 18Os quais, havendo-me examinado, queriam soltar-me, por não haver em mim crime algum de morte.

  • 19Mas, opondo-se os judeus, foi-me forçoso apelar para César, não tendo, contudo, de que acusar a minha nação.

  • 20Por esta causa vos chamei, para vos ver e falar; porque pela esperança de Israel estou com esta cadeia.

  • 21Então eles lhe disseram: Nós não recebemos acerca de ti carta alguma da Judéia, nem veio aqui algum dos irmãos, que nos anunciasse ou dissesse de ti mal algum.

  • 22No entanto bem quiséramos ouvir de ti o que sentes; porque, quanto a esta seita, notório nos é que em toda a parte se fala contra ela.

  • 23E, havendo-lhe eles assinalado um dia, muitos foram ter com ele à pousada, aos quais declarava com bom testemunho o reino de Deus, e procurava persuadi-los à fé em Jesus, tanto pela lei de Moisés como pelos profetas, desde a manhã até à tarde.

  • 24E alguns criam no que se dizia; mas outros não criam.

  • 25E, como ficaram entre si discordes, despediram-se, dizendo Paulo esta palavra: Bem falou o Espírito Santo a nossos pais pelo profeta Isaías,

  • 26Dizendo: Vai a este povo, e dize: De ouvido ouvireis, e de maneira nenhuma entendereis; E, vendo vereis, e de maneira nenhuma percebereis.

  • 27Porquanto o coração deste povo está endurecido, E com os ouvidos ouviram pesadamente, E fecharam os olhos, Para que nunca com os olhos vejam, Nem com os ouvidos ouçam, Nem do coração entendam, E se convertam, E eu os cure.

  • 28Seja-vos, pois, notório que esta salvação de Deus é enviada aos gentios, e eles a ouvirão.

  • 29E, havendo ele dito estas palavras, partiram os judeus, tendo entre si grande contenda.

  • 30E Paulo ficou dois anos inteiros na sua própria habitação que alugara, e recebia todos quantos vinham vê-lo;

  • 31Pregando o reino de Deus, e ensinando com toda a liberdade as coisas pertencentes ao Senhor Jesus Cristo, sem impedimento algum.